segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Agora falando sério



Tomo sorvete de chocolate
Já não penso mais em crescer
Apaguei os rascunhos falhos,
As pessoas que passam blasé


Pinto as paredes de laranja
Já não penso mais em você
Afoguei minhas angústias
Mesmo sem saber os porquês


O verão chegou, então vamos comemorar
O sol vai estar brilhando e as crianças vão queimar

O calor tá foda e a chuva vai passar
O sol vai estar brilhando e as crianças vão queimar


Ei! Não me chama de princesa
Você mora num castelo e acha tudo uma beleza
Não, não tente ser tão educado
É fácil concordar que já não passa de passado


Tomo sorvete de chocolate
Já não penso mais em crescer
Apaguei os rascunhos falhos,
As pessoas que passam blasé

Pinto as paredes de laranja
Já não penso mais em você
Afoguei minhas angústias
Mesmo sem saber os porquê


O verão chegou, então vamos comemorar
O sol vai estar brilhando e as crianças vão queimar

O calor tá foda e a chuva vai passar
O sol vai estar brilhando e as crianças vão queimar

Ei! Não me chama de princesa
Você mora num castelo e acha tudo uma beleza
Não, não tente ser tão educado
É fácil concordar que já não passa de passado


O verão chegou, então vamos comemorar
O sol vai estar brilhando e as crianças vão queimar

O calor tá foda e a chuva vai passar
O sol vai estar brilhando e as crianças vão queimar



quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Saudades, Tsu.

- OH, REALLY?
- YEAH, REALLY.
- NO WAY!
- YEAH,. SURE!

Vadia Traidora

       Não sei por que eu esperava que as coisas estivessem diferentes, mas eu esperava. Eu disse a mim mesma certo dia que não me magoaria como que você dissesse, mas eu me magoei. Eu sempre soube que não poderia querer afeto vindo do seu lado, mas ainda assim eu quís.
   Depois de tanto tempo sem ouvir notícias ruins suas eu realmente me acomodei e apostei no processo de cura do tempo. Eu queria poder dizer que é calúnia, te xingar, tirar satisfação, me chatear. Mas não.
   A culpa é minha mesmo e eu sou tudo isso ai que você me chamou. O processo de cura foi uma ilusão e nossas conversas foram falsas. Você me odeia com toda a razão. Já não seu mais quem você é e duvido que você queira ouvir qualquer coisa sobre mim.
   Mas sabe de uma? Eu errei. Feio, é verdade. Mas foi só uma vez. Aquela pessoa não sou eu. Eu chorei, eu me arrependi e me arruinei. Paguei com lágrimas cada centímetro de sofrimento que te causei e foi a longo prazo.Abri minha mente, aceitei o erro, aprendí a perdoar e segui em frente. Eu não SOU daquele jeito, só comtí um ERRO.
   Aceito suas críticas em silêncio, mesmo não sendo construtivas, só pra me lembrar da maior merda da minha vida. Mas não vou mais me martirizar. Afinal, eu su humana e mereço uma segunda chance. EU ME DEI UMA SEGUNDA CHANCE.
   Se quiser me perdoar você também, isso é uma opção sua.      

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Tinta de Verdade

 Dias que ainda estão or chegar escorrem pelas minhas mãos, sem controle. Eu olho para o mundo lá fora e me pergunto por que tudo parecetão difícil. Cada vez mais a idéia de autoinduzir uma síndrome de Lock In  invade a minha mente.
 Então eu fugí para as montanhas antes que elas queimassem e minha pele se enrugou como a da minha velha alma. Mas não me importei. Eu achei ue poderia trancar a porta que levava ao mundo e hibernar até o fim dos tempos.
 Mas as coisas estavam diferentes. Eu via todos aqueles rosos ao fechar os olhos e ouvia suas adoradas vozes chamarem pelo meu nome. E seus adorados sorrisos brilhando no escuro daquele crepúsculo boreal, enfurnado num quarto de inverno.
Me enterrei nos lenois afim de me proteger daquela sombra duvidosa que visitou o quarto de madrugada. Minha garganta griou de sede e eu me ví sufocada e paralisada por todas aquelas mechas negras, morenas, alouradas e atéas ruivas. Até as chamas me faziam falta.
 Já havia se passado o momento de respirar. Já se esgotara o tempo de retiro e a necessidade vinha desesperadora dessa vez. Parecia-me que a cada segundo que eu passava deitada era maisum quilômetro de distanciação daquilo que me é tão impotante e vital.
Também era chegada a hora de retomar os fatos e lavar a roupa suja com meu anjo caído. Afinal, essa dor toda era mais forte que o calor. Era e é saudade de meus tão caros  amigos.

 

Valeu, titio Osama

Hoje eu planejava cometer um ataque terrorista durante um vôo internacional.
 Origem:Alemanha.
 Destino:Brasil.
 Duração:Por volta de doze horas.
Porém, veja você, meu plano foi frustrado quando, durante o procedimento de alfândega, meu canivete foi identificado por uma máquina de raio-x e depositado nos achados e perdidos até um resgate apropriado seja disponibilizado.
Como tal ocorrência só seria possível dentro de 360 dias, tomei qa decisão de providenciar um novo canivete e deixar por conta do acaso o desino do antigo.
Fico imaginando as diferentes ficguras que poderiam vir a tomar posse desse meu velho companheiro de guerra. Passo a juntar minhas economias afim de conseguir um novo.E, acima de tudo, começo logo a bolar mu próximo plano terrorista, protagonizado por u perigosíssimo canivete uma terrível garota de gênio maligno e intenções óbviamente maquiavélicas.
O mundo devia tremer.

Birra

 É meio que burrice. Se você pensar de uma certa forma é só desperdício de água. Afinal, de que adianta? Ah, de muita coisa!!! Não deixa de ser babogem, mas abrir a torneira no máximo e deixar a água explodir pelos tubos é um jeito de fazer a raiva se esvair pelo ralo. 
 Às vezes nem isso. É só um descontrole de raiva, uma ira extravasada. Só m jeito de explodir quando não se pode dizer um pio.
 É a forma econtrada de gritar com a voz da água furiosa que jorra pela torneira. Melhor ra fora do que pra dentro. Senão, você implode. E ai fudeu.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Olhe por outro lado

Olhe por outro lado. Cruze a ponte até a feira. Compre uma maçã caramelada e de três pulinhos enquanto solta gritinhos. Porque você pode comer aquilo, sem se preocupar com os dentes ou com o valor calórico.  Fique passeando por entre as lojas, pelo simples prazer de poder estar ao lado de pessoas sem precisar de fato lidar com elas ou entende-las . Volte pela ponte e, sem hesitar, pule no laguinho. De roupa e tudo. Grite bem alto. Diga UHU! Como quando você tinha dez anos e via filmes de luta onde todos faziam muito barulho.
Volte pra floresta. Corra entre as árvores, fingindo que é mais veloz que todo o mundo. Deixe os espinhos cravarem nos seus pés e nem ligue. Veja fadas. Siga-as até suas casas e tome chá com elas. Fale com as bruxas e bole planos malignos com elas. Envenene aquela princesa besta das histórias fuleiras dos livros de cinco reais. Ponha um pouco de verdade na sopa dela. Sorria ao vê-la morrer lentamente.
Pule corda com os filhos dos lenhadores. Aceite ir lanchar na casa deles. Vá pra ponte de novo. Pare na metade. Suba no parapeito e fique andando de um lado ao outro lá e cima. Cante uma canção junto com o ceguinho da vitrola. Faça as pedras quicarem no rio mais de três vezes. Sente no banco da praça com um sanduíche de queijo e fique lá comendo e olhando as pessoas passarem, imaginando os problemas na cabeça delas.
Vista o casaco quando ficar frio. Pule numa poça só pra molhar os sapatos da perua que passou com um poodle na bolsa. Saia correndo quando ela brigar com você. Compre um peixinho dourado na loja de animais e jogue ele no rio. Mesmo sabendo que ele vai morrer sem saber procurar comida sozinho. Só pra ele sentir a textura de um rio de verdade nas escamas. Só pra ele não passar o resto da vida em um aquário de água artificial. Só para ele viver de verdade, mesmo que viva menos. Porque, olhando por esse lado, soa muito melhor.